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Quantum Break e o poder do tempo para construir um bom jogo com história falha



Quantum Break certamente é uma das experiências de jogo mais estranhas dos últimos tempos. Tudo porque ele é mais que um game, ele também é uma série com atores reais que vai te fazer largar o controle de tempos em tempos pra acompanhar um episódio de cerca de 20 e poucos minutos. Tudo, porém, está no mesmo disco do jogo que chega nesta terça-feira (5) ao Xbox One e Windows 10.

O formato de jogo + série pode agradar alguns, mas também pode soar mais forçado pra outros. Eu definitivamente gostei, não só pela união até que natural de videogames com uma linguagem mais cinematográfica, mas principalmente porque a série serve como um ponto de vista diferente para a história que está sendo contada no game, focando-se somente no desenvolvimento dos vilões.

No entanto, não é essa caraterística que chega a importar tanto em Quantum Break, porque mais interessante do que ser uma série de TV ou jogo, é perceber como a desenvolvedora Remedy consegue usar o conceito do tempo como uma mecânica pra jogabilidade e também como uma ferramenta narrativa para a história, o que é tanto o lado positivo quanto a principal falha do game.

Autor: Redação Ferreguion

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